
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Numa missão de reconhecimento...

terça-feira, 30 de agosto de 2011
Um destes veículos não é um táxi. Sabe qual?
A história é verídica e passou-se este fim-de-semana: um cidadão bateu à porta da Sede do INEM, em Lisboa. Tinha sido assaltado cerca de uma hora antes, ficando sem o telemóvel e sem a carteira. Não foi agredido, nem tinha qualquer problema de saúde. Apresentou queixa na Polícia.
Mas voltemos à cena à porta do INEM: “Estou bem!”, disse o cidadão. “E em que podemos ser úteis?”, perguntou o interlocutor. “Como fiquei sem a carteira e dinheiro, era para que uma ambulância me levasse a casa”…
Esta situação é bem exemplificativa da falta de conhecimento do que são e para que servem as ambulâncias de emergência, sejam do INEM ou de qualquer outra entidade que tenha este tipo de veículos de socorro. E se compreendemos a dificuldade do cidadão em regressar a casa, gostaríamos de aproveitar esta oportunidade para – uma vez mais – tentar explicar o que são e para que servem as ambulâncias de emergência.
As ambulâncias de emergência destinam-se, tal como o nome indica, a prestar socorro a todos os doentes em que exista necessidade de actuar ainda no local da ocorrência e durante o transporte, com vista a preservar as suas vidas. O equipamento e a formação da Tripulação permite a avaliação e estabilização de vítimas de acidente ou doença súbita, assegurando o encaminhamento para as unidades de saúde adequadas.
Assim, uma ambulância não é um táxi. As ambulâncias de emergência devem ser utilizadas para situações de suspeita de risco de vida, não sendo legítimo que sejam utilizadas para situações como a que nos leva a escrever este texto.
by: INEM
domingo, 28 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Vida...
Consigo viver bem dessa forma… sabem, consigo aceitar o meu acordar na cama de solteiro, sem ninguém a meu lado, sem ninguém a sorrir-me e a dizer um "olá bom dia"… consigo acordar com o despertador do telemóvel ainda bem cedo para ir trabalhar sem uma criança a saltar em cima de mim e a chamar-me papá…
Consigo estar assim e ter tempo para escrever estas “pandeleirices” fúteis…
Consigo brincar com as palavras e escrever estas coisas… consigo viver a minha vida e estar no meu cantinho sozinho… no silêncio que chega a ensurdecer-me…
Recentemente li uma frase que me marcou e muito, quer pela minha vida passada, quer pela minha vida presente… gostei da frase e transcrevo-a, lânguido, com uma saudade que me incomoda… “ A vida é simples e fácil de perder. Mas o amor é fodido. E eu gostei de fodê-lo contigo”!
O Miguel Esteves Cardoso, sabe-a toda!

( Barragem do Azibo )
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
16 Horas de SIV, uma pequena amostra



